Doença Diverticular

Dor abdominal ou sangramentos intestinais? Pode ser doença diverticular — e tem tratamento!

A doença diverticular é uma condição comum, especialmente após os 50 anos, caracterizada pela presença de pequenas bolsas (divertículos) na parede do intestino, principalmente no cólon. Muitas vezes é assintomática, mas pode causar desconforto, inflamações (diverticulite) e até complicações como perfuração ou sangramentos.

A boa notícia é que existem formas eficazes de controle e, quando necessário, tratamentos cirúrgicos seguros — inclusive por via minimamente invasiva, laparoscópica ou robótica.

Sintomas comuns da Diverticulite

Os sinais da doença diverticular variam conforme o estágio da condição:

Causas e Fatores de Risco

As principais causas e fatores associados incluem:

Diagnóstico preciso

O diagnóstico é feito por meio de:

Tratamentos disponíveis

O tratamento depende da gravidade e da presença de sintomas ou complicações:

Formas Leves e Assintomáticas

  • Aumento da ingestão de fibras
  • Mudanças na dieta
  • Controle do hábito intestinal

Diverticulite Aguda (Inflamação)

  • Antibióticos
  • Repouso intestinal
  • Hidratação
  • Em casos mais graves, internação hospitalar

Casos com Complicações ou Recorrência

  • Cirurgia para retirada do segmento intestinal afetado
  • Técnicas minimamente invasivas (laparoscopia ou cirurgia robótica)

Quando procurar ajuda médica

Consulte um coloproctologista se você apresentar:

Quem é o Dr. Lucas Sobrado?

Dr. Lucas Sobrado
Coloproctologia e Cirurgia do Aparelho Digestivo
CRM-SP 175.531 | RQE 115713 | RQE 115712 | RQE 128991

Lucas Sobrado é médico formado pela Universidade de São Paulo (FMUSP), com residência em Cirurgia Geral e Coloproctologia, além de preceptoria em Cirurgia do Aparelho Digestivo. Realizou treinamento cirúrgico em Cirurgia Colorretal na Cleveland Clinic e pesquisa médica na Harvard School of Public Health. Concluiu doutorado e pós-doutorado pela FMUSP, com foco em Oncologia Colorretal e Técnicas Avançadas de Reconstrução Intestinal.

Atua no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, vinculado ao HCFMUSP, e em hospitais de referência da capital. É membro da Sociedade Brasileira de Coloproctologia e do Comitê de Câncer Colorretal da American Society of Colon and Rectal Surgeons. Em 2025, foi reconhecido com os Prêmios Daher Cutait e Edmundo Machado Ferraz por sua trajetória acadêmica e contribuições à cirurgia no Brasil.

Autor de mais de 40 artigos científicos e 15 capítulos de livros, é especialista no tratamento das doenças do intestino, cólon, reto e ânus, com ênfase em cirurgia minimamente invasiva e robótica, oferecendo atendimento individualizado, seguro e baseado em evidência científica.

Cuidado integral e individualizado

Depoimentos

Perguntas Frequentes

Nem sempre. Muitas pessoas têm divertículos e nunca desenvolvem sintomas. O tratamento é indicado quando há sintomas ou episódios de diverticulite.

Não. Embora os sintomas possam se confundir, a doença diverticular não é considerada um fator de risco direto para câncer. Porém, a colonoscopia é importante para descartar outras doenças associadas.

Na maioria dos casos, envolve antibióticos, dieta líquida temporária e repouso. Casos graves podem exigir internação ou cirurgia.

Não. A cirurgia é indicada apenas em situações específicas, como em casos de complicações (perfuração, obstrução), infecções recorrentes ou quando os sintomas afetam muito a qualidade de vida.

Adote uma dieta rica em fibras, beba bastante água, pratique atividades físicas e mantenha hábitos intestinais regulares.

Na maioria dos casos, não. A colostomia ("bolsinha") só é necessária em situações mais graves, como em cirurgias de urgência por perfuração, abscesso extenso ou peritonite. Mesmo nesses casos, muitas vezes ela é temporária e pode ser revertida após a recuperação. Na maioria das cirurgias eletivas (programadas), é possível tratar a doença sem necessidade de colostomia.

Importante: Procure um especialista!

A doença diverticular pode parecer inofensiva, mas requer acompanhamento médico para prevenir complicações. O profissional indicado é o Coloproctologista!

Consultório

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